O diamante de cada um

Meu prisma refrata.

Tange cada feixe em um polo, descentralizando o poder da luz, com direito a linha de chegada no infinito.

A rosa-dos-ventos já não atende mais por esta alcunha.

Verde-amarela-azul-e-rosa-das-brisas!

Transpareça meu ufanismo mudo!

Essa é a mancha do meu prisma, mas eu ainda o trato como diamante.

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