da série Oito Oitenta

1. Ao artista

Contenho uma incontinência de alma
É tanta alma que o corpo perde a calma
E é tanta calma que a vida bate palma

2. Ao infante

Eu guardo inquietude nas mangas
E as mangas não correspondem
Só se dão ao trabalho de guardar sovacos

3. Ao amigo

Carrego comigo um sigo
E sigo comigo a um descarrego
Descarrego consigo todo migo
E amigo, consigo seu apego

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2 comentários sobre “da série Oito Oitenta

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